Livro de Melquisedeque - Capitulo 17

Quarto dia: A criação do Sol, a lua, os planetas e as estrelas

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As hostes fiéis agora podiam compreender melhor a importância da luz divinal.

2

Sua ausência havia ofuscado, naquela noite, as belezas de Sião.

3

Nesse novo dia, o Criador expressaria o Seu grande poder, dando à Terra luminares que a encheriam de luz e calor.

4

Esses luminares permaneceriam para sempre como símbolos da presença espiritual do Eterno, que é a fonte de toda a luz.

5

Contemplando o espaço escuro e vazio que se estendia ao redor da Terra, com potente voz ordenou:

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“Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para tempos determinados, para dias e anos”.

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“E sejam para luminares na expansão dos céus para alumiarem a Terra”.

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Imediatamente, o espaço tornou-se radiante pelo brilho do sol e pelo reflexo de planetas e estrelas.

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Ante esta demonstração de poder, as hostes fiéis curvaram-se em reverente adoração.

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No quarto dia, o Eterno criou os mundos de nosso sistema solar não para serem habitados como a Terra, mas para o equilíbrio do sistema.

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Encheriam também o céu de fulgor, abrandando as trevas das noites terrenas.

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Volvendo os olhos para a Terra, as hostes alegraram-se por vê-la radiante em cores.

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Bem próximo dela podia-se ver a Lua que, com seu reflexo prateado, afugentaria as profundas sombras noturnas.